Um recomeço entre memórias, diagnóstico tardio e as mudanças que a vida trouxe
Nesse período, a vida aconteceu.
Sequelas da pandemia: ninguém aqui adoeceu de Covid. Adoecemos de… pandemia.
Foi neste período que o autismo parou de se esconder. Eu ainda não entendia, mas aquele período de intensa incerteza seria definitivo para o diagnóstico de Álex — e, posteriormente, para o meu.
Mas isso é história para outro momento.
E então, a vida recomeçou por outros caminhos
Agora, quero retomar o projeto e voltar a escrever minhas memórias.
Muita coisa mudou. Agora sou vovó. Estela chegou há um ano e nove meses e transformou ainda mais as nossas vidas.
Memória como herança
Iniciei o projeto falando sobre minha avó. Agora vou dar continuidade a ele por causa da minha neta: quero deixar para ela um registro sobre quem eu sou, de onde eu vim, quem eu era antes dela nascer e o quanto ela significa neste momento da minha vida.
Para ela — e para quem mais vier daqui para frente.
Não tenho mais crianças em casa. Dos cinco filhos, dois permanecem em casa, apenas um ainda é menor de idade, mas já está bem perto de mudar isso.
Iniciei outro blog para escrever sobre tudo um pouco, mas principalmente sobre as minhas vivências de agora. Nesse aqui, o foco principal são as memórias afetivas.
